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Vídeo:
Vídeo feito para a prévia da XXXIV COMEERJ 2013 dos polos VIII, XIII e XVIII.
A parábola ilustrada:
Vamos pintar!
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DEPOIS PEDIR QUE COLOQUEM NA ÁRVORE DA VIDA.
A árvore, fizemos com um pedaço de galho seco que fixamos em uma latinha de achocolatado cheia de pedras. 
| Parábola dos Dois Filhos explicação para crianças maiores. |
| A
PARÁBOLA DOS DOIS FILHOS (explicação para os pequeninos) |
|
Parábola dos Dois filhos
lendo
uma historinhas...
Um homem tinha dois
filhos. Ambos viviam com seu pai numa vinha que pertencia à família.
Um dia, pela manhã, o pai
chamou o menino mais velho e disse-lhe:
— Meu filho, hoje não
irás ao mercado da vila. Já fiz todas as compras necessárias. Vai trabalhar na
vinha.
O jovenzinho, que era
tido como um modelo de menino educado, pelas atenções que dispensava a todos,
respondeu com toda a delicadeza a seu pai:
— Sim, meu pai, já
vou.
A verdade, porém, é que
prometeu, mas não foi. Desejaria ir ao mercado, mas não trabalhar na vinha,
colhendo cachos e mais cachos de uvas. Ficou intimamente aborrecido com a ordem
do pai, mas, não quis desrespeitá-lo com palavras. E pensou consigo mesmo:
“Desejaria tanto ir ao mercado hoje... Lá me encontraria com Joel e Davi... E
meu pai me mandou catar bagos na vinha... Não, não irei. Disse que iria, mas não
vou... Não, não vou mesmo...
E não foi.
Na mesma hora, também, o
pai chamou o filho caçula, que era o desobediente da casa. Muito rebelde, era
considerado pelos vizinhos “uma pestezinha”, o oposto do irmão mais
velho.
O pai chamou-o, também,
e disse-lhe:
— Meu filho, não terás
que acompanhar teu irmão ao mercado hoje. Já chegaram as compras que fiz. Vai
trabalhar na vinha.
O menino, que era muito
impulsivo, respondeu com muita aspereza ao pai:
- Eu, não... Não quero trabalhar na
vinha...
E correu. Entrando, instante depois, em seu quarto, arrependeu-se das
palavras brutas que disse ao paizinho tão amigo e voltou a sala para pedir-lhe
perdão. E foi, com a consciência tranqüila, colher os cachos de uva nas lindas
videiras de seu pai.
*
Jesus contou esta
Parábola dos Dois Filhos, em Jerusalém, aos sacerdotes que duvidaram de Sua
Missão e que não se arrependeram com as pregações de João Batista. E é aos
mesmos sacerdotes que Jesus pergunta, ao terminar a parábola:
— Qual dos dois filhos
fez a vontade do pai?
— O segundo.
E Jesus lhes disse:
— Em verdade vos digo,
que os publicanos que roubam e as mulheres que pecam entrarão no reino de Deus
antes de vós. Porque João veio, exemplificando a justiça e a vontade de Deus, e
os pecadores o ouviram e se arrependeram de seus pecados, começando uma vida
nova. Mas, vós, que também ouvistes João, não vos arrependestes nem crestes
nele.
*
Entendeu, querida
criança, a Parábola dos Dois Filhos?
O filho mais velho era
um menino de bons modos, muito educado, atencioso, de finas maneiras. Era
considerado por todos um modelo de perfeita educação. Respondia e falava sempre
com muita cortesia e não magoava a ninguém com palavras. E assim procedeu para
com seu pai. intimamente, porém, era um rebelde, que só fazia o que desejava,
só gostava de atender à própria vontade e aos próprios caprichos. Respondeu com
delicadeza ao pai, mas, não obedeceu a ele. Era um rebelde “invisível”.
O segundo, o caçula, não
tinha as maneiras polidas do irmão. Era, muitas vezes, áspero de linguagem,
mas, no fundo, não era mau nem revoltado. Sabia reconhecer seus erros, pedia
perdão de suas faltas e acabava fazendo a vontade de seu pai.
No caminho de nossa
perfeição espiritual devemos proceder como o segundo menino da história. De
nada nos valerá conseguir a aparência de pessoa educada, caridosa e cristã, se
interiormente não desejarmos fazer a vontade de Deus.
O menino mais velho é o
símbolo das pessoas que aparentam muita decência, delicadeza e fé, mas,
praticamente são desobedientes à moral e à lei de Deus.
O menino caçula é o
símbolo da alma que é habituada ao erro e aos maus costumes, à desobediência e
à indelicadeza, mas, que reconhece seus erros, arrepende-se sinceramente, pede
perdão de suas faltas e depois faz o que devia fazer, obedecendo à vontade de
Deus e não aos seus caprichos.
Que você, querido filho,
tenha a facilidade do caçulinha da parábola para arrepender-se de suas faltas.
Faltas para com o papai amigo, para com a mãezinha bondosa, para com os maninhos
que Deus lhe deu...
Busque acima de todas as
coisas da vida, em todas as situações e em todas as horas, fazer a vontade do
Pai do Céu, sem discussões e sem rebeldia. A Vontade de Deus é Sempre o Bem, a
Paz e a Verdade.
Que você diga sempre a
Deus: “EU VOU, MEU PAI DO CÉU” e vá mesmo. Você colherá as lindas uvas da paz e
da sabedoria do Alto, da bondade e da verdade eternas. E pelo amor que obèdece,
você estará com Deus para sempre...
BIBLIOGRAFIA www.novaera.org.br www.bibliaonline.com.br |
VIGILANTES
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INVIGILANTES
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SOLIDARIO
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PREGUIÇA
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PENSAR E FAZER O BEM
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DISTRAIDO
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ATENCIOSO
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INDISCIPLINA
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RESPONSÁVEL
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DESCUIDADO
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CUIDADO
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TER MAUS PENSAMENTOS
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DEDICADO
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INVEJA - RAIVA
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AMOR
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VONTADE DE DESTRUIR
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ESTUDO
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MENTIRA
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A Parábola da Ovelha perdida (desgarrada), foi contada por Jesus principalmente para os fariseus (membros de uma seita e partido religioso judeu que se caracterizam pela oposição aos outros e pela observância exageradamente rigorosa das prescrições legais.) Os fariseus eram pessoas preconceituosas, achavam que Jesus não deveria andar com os cobradores de impostos, com os ladrões ou com os marginais regenerados.
Ficaram famosas as parábolas narradas por Jesus e que se encontram no Novo Testamento. Jesus empregou-as como meio para ensinar ao povo, de maneira simples, os conceitos de sua Doutrina. Eram pequenas histórias fáceis de entender e lembrar. Para facilitar ainda mais a compreensão das coisas espirituais, Jesus servia-se de comparação com o que acontecia na vida comum das pessoas, como a pesca, a semeadura, as festas de casamento, etc.