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27/06/2013

PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA - 4 a 7 anos

PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA

ENSINOS DE JESUS

FAIXA ETÁRIA: 4 A 7 ANOS

OBJETIVO: Identificar que o Evangelho,reunindo os ensinos e exemplos de Jesus, indica-nos o caminho para a paz e verdadeira felicidade.

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Levar grãos de mostarda e outros tipos de sementes tais como: abacate, laranja e outras, para que as crianças possam observar as diferenças de tamanho em relação ao grão de mostarda.

Observação: O educador poderá levar uma lupa para que as crianças possam observar melhor os grãos de mostarda.

ATIVIDADE REFLEXIVA

Explorar o fato do grão de mostarda ser muito pequeno e dizer que, apesar do tamanho diminuto,ao crescer se transformará em uma árvore.(anexo 1)




Dizer que Jesus comparou o grão de mostarda que cresce... cresce... até ficar uma folhagem bonita, com os sentimentos bons que temos no nosso coração,como o amor e a fé. Ter fé é ter confiança no Pai do Céu e nas coisas boas que estão dentro de nós.

NARRAR: O Grão de Mostarda

Avaliar a compreensão da história através de perguntas tais como:

- Como o grão de mostarda se sentiu diante da zombaria das outras sementes?

- E como o grãozinho ficou depois de ouvir a história que Jesus contou?

- O que Jesus ensinava para as pessoas?

- Quando a sementinha de luz brilha muito no coração das pessoas?

Conversar com as crianças a respeito da sementinha de luz que temos no nosso coração, estimulando-as para que falem de ações que a façam brilhar (ser amigo,ajudar a mamãe..)

Concluir dizendo a importância de fazer coisas boas que Jesus ensinou,explicando que,assim, fazemos as pessoas felizes e fazemos com que luzinhas brilhem em nossos corações.

ATIVIDADE CRIATIVA

Dividir as crianças em subgrupos, colocando à disposição cola,papel e sementinhas(grãode milho ou semente de girassol) e, caso queiram,areia brilhante, para as crianças fazerem colagem.

Observação: Para fazer areia brilhante, basta misturar a areia da praia com purpurina.

HARMONIZAÇÃO FINAL/ PRECE

Distribuir uma sementina para cada criança pedindo que as plantem em um vaso com terra.Explicar que as sementinhas, para desenvolverem-se melhor, necessitam de água, de terra fofinha. Quando também enviamos amor, que faz a luzinha brilhar no coração,a plantinha cresce mais depressa.

PRECE

O Grão de Mostarda

Nossa história aconteceu há muito tempo atrás,na época que Jesus esteve entre nós contando histórias.

Fig 1-Joaquim comprou um saco com muitas sementes para plantar muitas árvores frutíferas.



Fig 2- Entre as sementes estava um pequeno grão de mostarda,que veio por engano entre as outras.Por ser muito pequenina,não foi percebida pelo homem.
As outras sementes,quando viram aquela coisinha miúda, começaram rir e a zombar.
-Olha a nanica!- gritou uma semente de laranja.
-É uma semente ou uma formiga? - perguntou a semente de pêssego, só de gozação.
A zombaria continuou dentro do saco e o grão de mostarda foi ficando cada vez mais tristinho...
Foi então que todos ouviram uma voz muito bonita.




Fig. 3- Olharam para fora e viram um belo moço que falava para muitas pessoas:

"O Reino dos Céus* é como um grão de mostarda que um homen plantou na terra.
Apesar de ser a menor de todas as sementes,a plantinha vai crescendo...
Depois, torna-se uma grande planta com muitos ramos e as avezinhas do céu vêm morar neles"

-Quem está contando essa história? - perguntou feliz o grãozinho de mostarda encolhido num cantinho.
-É Jesus! Ele é uma pessoa muito especial!- respondeu uma das sementes.
E logo todas pararam de rir.
O grão de mostarda soube, então, que Jesus ensinava muitas coisas importantes como o amor, o respeito aos pais, o bem...
As histórias de Jesus eram como se fossem sementinhas de luz no coração de todos que ouviam. A sementinha de luz brilhava muito forte sempre que as pessoas faziam coisas boas.
O tempo passou. A sementinha de mostarda cresceu... cresceu....botou muitos ramos...




Fig 4-... virou uma árvore. E fez tudo aquilo que Jesus contou na história:os passarinhos e pequenos animais se abrigavam debaixo da sua sombra.
Em gratidão à bondade do pé de mostarda, eles contavam para ele as histórias que ouviam de Jesus.




*Explicar para a criança que é o reino do bem,onde todos vivem felizes.

06/04/2013

Sugestões para Aulas sobre Conduta Cristã


(5 e 6 anos)
1 - Quem sou eu
Cada indivíduo é especial, único; cada pessoa é diferente física e emocionalmente; Deus ama cada um como ele é; Deus empresta um corpo físico a cada espírito para aprender e evoluir durante a vida terrena; cuidados com o corpo físico.
2 – Família
Quem é a família; individualidade (diferenças) dos membros da família; a importância do grupo familiar; boas atitudes (respeito, ajuda mútua, carinho) para com nossos pais, irmãos, tios, avós, primos.
3 - Disciplina e colaboração no lar
Enumerar as tarefas domésticas; lavar, passar, cozinhar, limpar, arrumar; a importância de ajudar com disciplina e boa vontade; não existem tarefas femininas ou masculinas; qualquer atividade é importante e deve ser bem feita.
4 - Evangelho no Lar
Explicar o que é estudar o Evangelho no Lar; quais os benefícios e como realizar. Lembrar aos pais que eles podem incluir neste momento de estudo livros infantis (pequenas histórias) para que as crianças possam ler e entender a mensagem.
5 - Amor às plantas e aos animais
Perguntar quem possui bichinho de estimação? Como cuidam dele? Utilidade dos animais e das plantas; como cuidar das plantas; importância de se preservar a natureza.
6 - Amor e caridade para com o próximo
Quem é o nosso próximo? Como amar o próximo? Manifestação da caridade em gestos simples: um sorriso, uma gentileza, ajudar um amigo, não ser egoísta. Colocar amor nas coisas que fazemos.
7 – Perdão
Perdoar ao próximo e a si mesmo; toda pessoa faz coisas certas e erradas. Deus dá a cada um novas chances de acertar e nós também devemos perdoar aos que nos ofendem. É preciso aprender com os erros e se esforçar para acertar. Perdoar é entender o erro e esquecer.
8 - Conduta na escola
Com é ser um bom aluno? Atitudes que se deve ter na escola: chegar no horário, levar o material escolar, prestar atenção nas aulas, não colar nas provas, não colocar apelidos, devolver o que pegar emprestado, fazer os temas, colaborar nos trabalhos em grupo. Por que estudamos? Estudamos para aprender, para evoluir, para ter uma profissão
9 - Palavrinhas mágicas
Por favor, com licença, desculpe, obrigado (meninos dizem obrigado e meninas dizem obrigada); situações em que devem ser usadas as palavras mágicas. Elas demonstram boa educação e respeito.
10 – Honestidade
Não mentir, não roubar, ser sincero. Importância da honestidade.
11 - Atitudes positivas no lar, na escola e na rua
Importância das boas atitudes em todos os lugares, mesmo quando estamos sós e sem alguém olhando; evolução espiritual (crescimento interior).
12 - Alimentação saudável
Deus nos deu a natureza a fim de que retiremos dela nosso alimento; tudo o que comemos e bebemos possui sua origem na natureza, o homem apenas transforma os materiais.
13 – Amizade
O que é ser amigo? A importância dos amigos; atitudes de um amigo.
14 - Respeito ao próximo
Fazer aos outros o que queremos que nos façam; as pessoas são diferentes e devemos respeitar cada um como ela é; todos possuem defeitos e qualidades; valorizar as qualidades de cada indivíduo.
15 – Gratidão a Deus
Agradecer o dia, a família, os amigos, a saúde, a morada, a escola, o alimento, o corpo, a vida, etc.
16 – Música
Utilidade do som; tipos de música: calma, agitada, com letra, sem letra; o que cada música pode transmitir; influência da música em um ambiente.
17 - Ser criança é ótimo
A infância é um período durante o qual descobrimos e aprendemos muitas coisas; responsabilidades de cada etapa da vida; salientar as coisas boas de cada idade
18 - Trabalho e profissões
Importância do trabalho para a evolução e o sustento das pessoas; valorização de todas as profissões (E se não existisse lixeiro, padeiro, médico, professor?); os pais têm horários e responsabilidades no trabalho, devemos cooperar não incomodando, nem reclamando quando eles saem para trabalhar; o trabalho de cada criança é estudar e ajudar nas tarefas domésticas; importância do repouso e do lazer.
19 - Sou um espírito que possui um corpo físico
O espírito enquanto encarnado é chamado de alma. Como cuidar do espírito? Estudando, instruindo-se, tendo boas atitudes e bons valores morais e espirituais.
20 - Não aos vícios
            Explicar o que são vícios e por que eles fazem mal à saúde. Citar como vícios o cigarro, o álcool, a alimentação em excesso ou inadequada, o hábito de falar mal dos outros (maledicência); para crianças maiores pode-se falar das drogas ilícitas: maconha, cocaína, etc.
21-  Deus
Deus Pai e Criador
22- Como se comportar na hora da prece
Como orar? Devemos só pedir ou agradecer? Como devo me comportar? Fico de olho aberto? Para que serve a prece?
23- O que é o passe?
            Mostrar como devemos ficar na hora do passe, para que serve, o que devemos pensar na hora que estamos tomando passe.
24- O que é o Natal
            O verdadeiro significado do natal.
25- Aula comemorativa (mãe)
26- Aula comemorativa (pai)
27- Aula comemorativa (dia das crianças)

 

18/02/2013

NÃO- VIOLÊNCIA - 4 a 7 anos



Perguntar as crianças:

QUEM VOCÊS PREFEREM PARA SER SEU AMIGO: UM MENINO AGRADÁVEL E EDUCADO OU UM MENINO BRIGÃO? POR QUE?

Ouvir as crianças

Atividade Reflexiva

Conversar com as crianças as conseqüências desagradáveis da violência dos "brigões”.Dar exemplos da vida infantil. Explicar que a violência não é só bater, empurrar, chutar alguém, mas também ofender, xingar, tratar mal desrespeitar.

NARRAR: A FLORZINHA AMOROSA

Explorar a história avaliando também sua compreensão:
 O que acharam da atitude da Orquídea?
=E do Lírio?
-E da Petúnia?
-Qual dessas flores vocês gostariam de ter como amiga? Por quê?
-A atitude de Ritinha no recreio foi parecida com a de qual flor?

Concluir que para viver feliz é preciso respeitar todas as pessoas nunca fazendo o mal.

ATIVIDADE CRIATIVA
 
PROPOR ÀS CRIANÇAS QUE RECONTEM A HISTÓRIA MUDANDO ATITUDE DA ORQUÍDEA E DO LÍRIO

COMBINAR PREVIAMENTE COM O GRUPO AS FALAS DESSAS FLORES E O QUE ACONTECERÁ DIFERENTE.

CADA CRIANÇA FARÁ UMA DOBRADURA SIMPLES DE BORBOLETA.
EXPLICAR QUE AS BORBOLETAS TÊM UMA "escaminhas" que podem arranhar os olhos. POR ISSO NÃO DEVEMOS SEGURAR BORBOLETAS: SO FEITAS DE PAPEL.

HISTÓRIA:
 
A FLORZINHA AMOROSA
No recreio da escola, Ritinha organizava a brincadeira
-Joana, Lina, Lucinha, venham para o meu grupo!...Você não Ivete!
- Por que não, Ritinha?
- Você está muito gorda! Não vai correr direito!Você também não vai brincar no meu grupo.
Alfredo! Menino atrapalha!.. .
A professora observava tudo. Quando retornaram à sala, ela disse que ia apresentar um teatrinho e era importante que prestassem muita atenção
E o teatrinho começou (narrar utilizando o recurso de teatro de vara)

NARRADOR: Três borboletas voavam alegres de flor em flor num jardim. De repende, caiu uma chuva forte. As borboletas corriam para todos os lados à procura de um abrigo quando viram uma linda orquídea amarela onde poderiam pousar. A borboleta amarela aproximou-se e falou:

BORBOLETA AMARELA: Amiga orquídea podemos nos abrigar na sua corola até passar a chuva?

ORQUIDEA: Nada disso! Não sou guarda-chuva! Não vê que sou uma flor rara? Procurem outro lugar. O problema é de vocês.

NARRADOR: As borboletas levaram um susto com a agressividade da orquídea. Voaram para longe até que viram um lírio muito branco

BORBOLETA BRANCA: Sr. Lírio Branco poderíamos nos abrigar na sua corola até passar a chuva?

LIRIO: -Você pode porque é da minha cor. As outras borboletas não!Não me misturo!
 
Borboleta branca:- Então nada feito!Só ficaremos juntas. Amiga Petulia, poderíamos nos abrigar na sua corola ate passar a chuva?

PETÚNIA:- Claro que sim. Vou procurar abrir um pouco mais a minha flor para abrigar vocês três. Que alegria ser útil!

BORBOLETAS:-Obrigada, obrigada...

NARRADOR: Quando as borboletas iam voar para a Petúnia, a chuva passou e o Sol bem forte apareceu, secando as asas das borboletas enquanto voavam.Elas não precisaram mais abrigar-se na Petúnia,mas uma grande amizade surgiu a partir daquele momento.
 
(TERMINAR COM AS BORBOLETAS POUSANDO JUNTO Á PETÚNIA).
 
Ao acabar o teatro a professora viu que Ritinha aproximou-sede Ivete e Alfredo, falando-lhe:
 
- Desculpem-me pelo que fiz na hora do recreio.







Postado por Lu Beheraborde

23/10/2012

Deus fez a chuva





MATERIAIS: Gravura de chuva figura de sapo, peixe, pingüim, tartaruga (animais que gostam de chuva).
  • Mostre a gravura de chuva. Anime as crianças a falarem sobre a chuva e sobre o que ela faz de boa. Falar da chuva que Deus manda sobre a terra como uma coisa muito boa para plantas e animais.
  • Deixe as crianças pegarem à gravura do sapinho e fale como ele gosta de chuva, etc. Deus manda a chuva para molhar a terra, para as plantas poderem crescer e para que os animais e as pessoas tenham sempre água e alimento.

CANTINHO DA ARTE
  • Ofereça papel e giz de cera à criança e convide-a a fazer o desenho que ela quiser sobre a chuva.

MUSICA
Chuva que ai
Quando a chuva cai

PRECE FINAL
Agradecer a Deus pela chuva que Ele manda sobre a terra.

DEUS FEZ O VENTO QUE SOPRA

BRINCADEIRA:
Convide as crianças a ficarem em pé e formarem um círculo. A evangelizadora joga o balão de gás (bola de soprar) para cima e anima as crianças a manterem o balão no ar sem tocar nele, apenas soprando. A brincadeira agita bastante as crianças. Por isso, a evangelizadora pega a bola de vez em quando, pede às crianças que volte a formar o círculo e começa a brincadeira novamente.
Depois, pode colocar o ventilador na direção da bola para as crianças observarem a diferença que a maior quantidade de vento faz. No final peça que as crianças sentem novamente e respirem bem fundo três vezes. Isto ajuda a acalmar as crianças.

CONVERSAÇÃO

Pergunte as crianças o que estavam fazendo na brincadeira. Elas viam o ar que estava mantendo a bola em cima? Isto é ideal para conversar sobre o vento. Nós não vemos o vento, mas vemos o que o vento faz. Pergunte o que o vento faz.
Mostre gravuras dos efeitos do vento e verifique se as crianças conseguem identificar a figura. Diga: “Isto é o vento. Nós não vemos o vento, mas vemos o que ele faz”.
Deus fez o vento. Ele faz o vento leve e gostoso que faz ziii...ziii...ziii. O vento leve refresca a terra e as plantas.
Ele carrega sementinha e as espalha na terra. Deus fez também o ento forte que faz vuuuu...vuuu.
O vento forte sacode as árvores e elas crescem fortes e firmes. O vento forte traz a chuva para molhar a terra.
Deus fez o vento. Deus é bom.

CANTINHO DA ARTE

Montagem de um livro.
Cinco retângulos de cartolina, todos do mesmo tamanho, cinco figuras de coisas belas do mundo: passarinho, flores, gatinho, sol, chuva, furador e fitinha colorida.

Mostre as gravuras e os retângulos de cartolina. Oriente para que as crianças colem uma gravura em cada retângulo. Junte um retângulo como capa. Reúna os retângulos bem juntos e fure-os com o furador de papéis. Depois amarre com a fita, formando o livro. Pronto o livro deixe as crianças folheá-los e falar sobre as gravuras de coisas criadas por Deus.

TÍTULO DO LIVRO – Belezas que Deus Criou

ANEXOS:


09/10/2012

Aula: “Amai os vossos inimigos.” 1º Ciclo

 



Aula: “Amai os vossos inimigos.”
Turma: 1º Ciclo – Sala Dr. Bezerra de Menezes
I – Acolhida e Prece.
II – Harmonização.
III. Dinâmica.
IV. Atividades
    1)  Explicar aos Evangelizandos que o tema da aula é “Amai os vossos inimigos”. Jesus nos ensinou que devemos amar os nossos inimigos e fazer bem aos que nos odeiam. Também explicou que se alguém nos bater em uma face devermos oferecer a ougtra.
No AntigoTestamento Moisés ensinara que devemos amar os amigos e odiar os inimigos. Também estabelecera a chamada “Lei de Talião”, olho por olho, dente por dente, o que significava que as pessoas poderiam “dar o troco” quando fossem atacadas, ou seja, que quem fosse ofendido poderia parar com a mesma moeda.
Nosso Mestre Jesus, entretanto, veio dar cumprimento à vontade de Deus, nosso Pai, nos trazendo a Lei do Amor. Ensinou-nos que violência gera violência, que a cada ação que praticamos recebemos de volta uma reação, assim devemos amar os nossos inimigos, pois quem nos faz mal está, na realidade, fazendo mal a si mesmo.
É verdade que ainda não conseguimos sentir por uma pessoa que só nos trata mal o mesmo carinho que temos pelos nossos pais, amigos e todos que nos tratam bem. Mas ao perdoar as ofensas recebidas e desejarmos o bem a quem nos faz ou deseja o mal estaremos exercendo a Lei do Amor e da Caridade, nos tornando seres melhores e contribuindo para a evolução do nosso planeta.
Ao ensinar que devemos dar a outra face Jesus não disse que devemos dar o nosso rosto para os outros baterem. Ele usou de uma comparação para nos ensinar que diante de qualquer mal que nos chegue devemos mostrar a face oposta, ou seja, o bem que existe naquela situação.Vamos prestar muita atenção ao teatro que apresentaremos para entender um pouquinho isso:
    2) Teatro de Fantoches:
Personagens:
Orlando
Pedro
Professora
Amigos de Pedro
Sr. Onofre
Caminhando apressado rumo à escola, Orlando encontrou um grupo de colegas com quem estava tendo problemas. Sem motivo, desde algum tempo, Pedro tomara-se de antipatia por ele e passara a tratá-lo mal em qualquer lugar onde estivesse.

Por isso, vendo que o grupo se aproximava, Orlando ficou preocupado.

E não deu outra. Passando por ele, Pedro jogou a mochila de Orlando no chão, numa atitude provocadora, e depois se afastou dando uma gargalhada.

Orlando, porém, não reagiu. Com tranqüilidade, abaixou-se, apanhou a mochila, e continuou seu trajeto como se nada tivesse acontecido.

Na escola, enquanto a professora escrevia no quadro-negro, Pedro levantou-se de sua carteira e jogou todo o material de Orlando no chão.

Ouvindo o barulho, a professora virou-se. Pedro, já no seu lugar, ria disfarçadamente, acompanhado pelos demais alunos.

— O que houve, Orlando? — perguntou ela ao ver os cadernos e livros espalhados no chão.

Recolhendo o material, o menino desculpou-se:

— Não foi nada, professora. Derrubei sem querer.

E isso se repetia todos os dias. Pedro encontrava sempre novas maneiras de agredir o colega: no jogo de futebol, na escola ou na rua.

Orlando nunca reagia, o que deixava Pedro cada vez mais irritado.

Certo dia, Orlando estava passeando no parque quando viu Pedro e sua turma que vinham em sentido contrário. Tentou se esquivar, mas não teve jeito. Eles o encurralaram de encontro a um muro.

Orlando desceu da bicicleta, enquanto os garotos o cercavam. Pedro aproximou-se com ar ameaçador.

— É agora que eu lhe arrebento a cara, seu pirralho!

E assim dizendo, levantou os punhos cerrados, prontos para espancar o outro. Orlando continuou olhando-o sem dizer nada.

— Vamos, seu covarde! Lute!

Mas Orlando continuou calado, embora lágrimas surgissem em seus olhos.

A turma ria, incentivando Pedro que, cansado de esperar, partiu para cima do menino.

Nisso, o Sr. Onofre, que lá passava, viu o que estava acontecendo e correu para socorrer Orlando. O bando, assustado, saiu correndo, mas ainda a tempo de ouvir o Sr. Onofre perguntar:

— Sabe quem são aqueles meninos? Quer que os siga?

Enxugando as lágrimas, o pequeno Orlando respondeu:

— Não. Não foi nada. Eles não fizeram por mal. Deixe-os ir embora, senhor.

Apesar de admirado, o Sr. Onofre respeitou a vontade de Orlando. E, depois de se certificar de que ele estava bem, afastou-se, aconselhando-o a tomar cuidado porque a turma poderia voltar.

Na tarde do dia seguinte, Orlando saíra para fazer uma tarefa e viu Pedro que vinha de descendo a rua. Certamente estivera fazendo compras para sua mãe, porque trazia uma sacola na mão.

De súbito, tentando ajeitar melhor a sacola, Pedro não viu um buraco no asfalto. Desequilibrou-se e caiu sobre o meio-fio, batendo a cabeça na quina da calçada. Um filete de sangue escorreu pela sua testa. Sentindo muita dor, Pedro gemia.

Orlando aproximou-se, atencioso:

— Você está bem? Quer ir para um hospital? Está ferido e precisa de cuidados.

Surpreso ao ver quem o estava socorrendo, Pedro respondeu meio sem jeito:

— Não foi nada. Foi só um susto.

— Graças a Deus! Quer que o ajude a chegar em casa? — perguntou Orlando, recolhendo os tomates e cenouras que estavam espalhados pelo chão.

Pedro estava perplexo. Não entendia porque Orlando mostrava-se tão bondoso com ele. Pensativo, ficou olhando para o garoto à sua frente. Afinal, não se conteve:

— Orlando, você tem muitos motivos para me detestar. Trato-o muito mal e não perco oportunidade de desafiar, humilhar e diminuir você perante os colegas. Por que está me ajudando?!...

— Porque aprendi que não se deve retribuir o mal com o mal — respondeu o garoto com simplicidade.

Espantado com a resposta do colega, Pedro falou:

— Agora entendo porque nunca aceitou uma provocação. Mas com quem foi que aprendeu essas coisas?

— Com Jesus. A professora da aula de Evangelização Infantil, do Centro Espírita que frequento, falou sobre esse assunto outro dia. Jesus ensinou que devemos retribuir o mal com o bem. Que se alguém nos bater numa face, devemos apresentar a outra. E, mais do que isso, que devemos amar, não apenas os nossos amigos, mas também os inimigos. É isso.

Calado, Pedro ouviu as explicações de Orlando. Na verdade, naquele momento se deu conta de que nunca havia conversado com ele, e não sabia como era, nem o que pensava. Agora, ouvindo-o, percebeu que Orlando era diferente dos outros colegas, mais consciente e responsável, apesar da pouca idade.

Pedro sentiu, naquele instante, que o rancor e a animosidade tinham desaparecido do seu coração.

— Obrigado! — disse simplesmente, afastando-se.

No domingo, ao chegar ao Centro, Orlando teve uma grata surpresa.

Lá estava Pedro, todo sorridente, embora um pouco encabulado, para também participar da aula de evangelização.
Tia Célia
    3) Conversar sobre o conteúdo da explicação do tema e do Teatro.
    4) Jogo de Memória do Amor – Ampliar os quadradinhos abaixo, recortá-los, colá-los em uma cartolina, embaralhá-los e colocá-los em cima da mesa, virados para baixo. Cada Evangelizando deverá virar duas cartas, formando os pares, como em um jogo de memória comum.

Onde todos atirarem pedras


Ofereça uma flor


Quando alguém estiver indo pelo caminho errado


Mostre o caminho certo





Quando tudo estiver na escuridão



Acenda você uma luz, iluminando a escuridão


Quando a terra dos corações
estiver seca


Que seja você a regá-la

Quando alguém estiver chorando


Seja você fonte de consolo




Um dia um homem especial nasceu na Itália, em uma região da Úmbria, chamada Assis.

Ele ficou conhecido como Francisco de Assis, pois foi em Assis que ele nasceu.

Aquele homem era muito especial, porque entendeu em seu coração o que Jesus pretendeu dizer quando falou sobre oferecer a outra face.

Sua vida foi um hino de paz, e sua oração ficou imortalizada nas páginas da história, como a Oração de São Francisco de Assis. Vamos cantá-la com muito amor:


5) Pedir aos Evangelizandos que dividam a oração de São Francisco entre si, e, baseando-se no jogo da memória, façam desenhos evidenciando o "dar a outra face" - mostrando que devemos levar amor onde houver ódio, perdão onde houver ofensa e assim por diante. Juntar os quadros feitos e montar um lindo painel que deverá ficar exposto.


Subsídios para o Evangelizador:
Quando falou que se alguém nos batesse numa face, deveríamos oferecer a outra, expressou um grandioso ensinamento que, se levado em conta, teríamos a solução para todas as situações desagradáveis que surgissem em nossa vida.

Oferecer a outra face não quer dizer dar o rosto para bater. É uma metáfora que sugere que se a situação nos chega de forma desagradável, devemos mostrar a face oposta.

Dar a outra face é mudar a paisagem, é uma ação positiva diante de uma negativa.

Assim, quando todos atiram pedras, ofereça uma flor.

Quando todos caminham para o lado errado, mostre o passo certo.

Se tudo estiver escuro, se nada puder ser visto, acenda você uma luz, ilumine as trevas com uma pequena lâmpada.

Quando todos estiverem chorando, dê o primeiro sorriso; não com lábios sorridentes, mas com um coração que compreenda, com braços que confortem.

Quando ninguém souber coisa alguma, e você souber um pouquinho, ensine, começando por aprender, corrigindo-se a si mesmo.

Quando alguém estiver angustiado, mostre-lhe a face do conforto.

Se encontrar alguém em desespero, acene com a esperança, mesmo que isso seja um desafio para você mesmo.

Quando a terra dos corações estiver seca, que sua mão possa regá-las.

Quando a flor do afeto estiver sufocada pelos espinhos da incompreensão, que sua mão saiba arrancar a praga, afagar a pétala, acariciar a flor.

Onde haja portas fechadas para o entendimento, leve a chave da concórdia e da compreensão.

Onde o vento sopra, frio, enregelando corações, que o calor de sua alma seja proteção e abrigo.

Se alguém caminha sem rumo, mostre-lhe as pegadas que conduzem a um porto seguro.

Onde a crítica azeda for o assunto principal, ofereça uma palavra de otimismo, um raio de esperança, uma luz que rompe as trevas e clareia o ambiente mental.

Quando todos parecerem perdidos, mostre o caminho de volta.

Quando a face da solidão se mostrar como única alternativa na vida de alguém, seja uma presença que conforta, ainda que uma presença silenciosa.

Onde o manto escuro da morte se apresenta como um beco sem saída, fale da vida exuberante que aguarda os seres que fazem a passagem pela porta estreita do túmulo.

Seja você a oferecer a face sorridente e otimista da vida, onde a tristeza e o pessimismo marcam presença.

Pense nisso!

Num dia, que não vai muito distante, um homem especial nasceu na região da úmbria, na Itália.

Ele ficou conhecido como Francisco de Assis, pois foi em Assis que ele nasceu.

Aquele homem singular sabia o que Jesus pretendeu dizer quando falou sobre oferecer a outra face.

Sua vida foi um hino de paz, e sua oração ficou imortalizada nas páginas da história, como a oração de Francisco de Assis.

Ele pede ao senhor: "faze de mim um instrumento da tua paz".

Onde houver ódio, faze que eu leve o amor.

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.

Onde houver discórdia, que eu leve a união.

Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.

Onde houver erros, que eu leve a verdade.

Onde houver desespero, que eu leve a esperança.

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.

Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Eis um homem que foi um verdadeiro instrumento da paz.


IV. Prece Final.
 

17/09/2012

DISCIPLINA

INFANTIL – NÚCLEO ESPÍRITA “O SEMEADOR”
CICLO I – FAIXA ETÁRIA: 6 A 7 anos –
TEMA: DISCIPLINA

• OBJETIVO INFORMATIVO: Informar sobre a importância de seguir-se a ordem existente, pois é através da ordem que é possível o bom funcionamento da sociedade e da nossa vida, nos trazendo inclusive segurança.
• OBJETIVO FORMATIVO: Formar na criança o hábito de respeitar e seguir as leis gerais e regras da sociedade e de Deus, obedecendo pais, professores e instituições
• MATERIAL: Cartolina amarela, vermelha, verde, fita crepe para fazer o cruzamento no chão, material para contar a estorinha, material para fazer o ratinho.
1) INCENTIVAÇÃO INICIAL
- Propor o jogo “obedeça o sinal”: uma evangelizadora é o semáforo, a outra será o semáforo para pedestres e as crianças são os carros, fazer um cruzamento no chão, com faixa de pedestres. Perguntar se todos sabem seguir as leis de trânsito e explicar as regras do jogo, que é obedecer a mudança de sinal. Em dado momento o semáforo quebra e o que acontece? Observar como as crianças reagem e explicar a importância das regras.
2) DESENVOLVIMENTO
Mas será que para vivermos uma vida organizada é necessário somente respeitarmos as regras de trÂnsito, mais nada?
Existem outras regras a serem respeitadas?
- Perguntar a todos se seus pais os permitiriam que eles fossem sozinhos ao Shopping de ônibus, sem absolutamente ninguém.(não)
- Porquê eles não permitiriam?(porque ainda são pequenos)
Explicar que tudo segue uma ordem por exemplo: não podemos ir sozinhos muito longe porque ainda somos muito pequenos e nos perderíamos, que não podemos cursar a quinta série porque ainda não aprendemos tudo o que devemos para cursá-la (temos que aprender a ler e escrever bem, a fazer contas, etc.).
Falar que conhece um ratinho que agia deste jeito, não respeitando a ordem das coisas, sem disciplina acabava desobedecendo os pais e sabem o que aconteceu com ele?
Contar a historia “Os três passeios do ratinho cinzento” – esta historia pode ser encenada pelas evangelizadoras, vai ficar bem legal.

Ratinho cinzento morava no cantinho de um porão, com mamãe Ratazana e papai Ratão. Todos três eram muito alegres e felizes. Um dia, Ratinho Cinzento perguntou á mamãe quando ele poderia sair do porão para conhecer o mundo. Ainda é cedo, disse Ratazana, arrumando os óculos na ponta do nariz. Você é muito pequeno. Quando crescer, mamãe deixará você ir passear pelo mundo. Ratinho Cinzento choramingou _ Ó mamãe eu queria tanto conhecer as coisas que existem lá fora do porão! Papai contou-me que há flores cheirosas, um sol grande e brilhante, doces gostosos e uma coisa chamada queijo que é uma delícia!
_ Sim filhinho, é verdade, mas muitas vezes está dentro de uma coisa horrível chamada ratoeira e que serve para prender os ratinhos gulosos. Existe também um bicho amarelo, de olhos verdes, que tem quatro patas macias onde esconde unhas afiadas, próprias para agarrar ratos descuidados. Chama-se Gato. E um outro, muito alto, que tem dois pés. Chama-se homem. Ele não gosta de ratinhos intrometidos. É o dono da ratoeira.
Ratinho Cinzento ouviu tudo muito calado, mas pensou: _ Ora, eu já sou grande e não tenho medo do homem, nem do gato e nem da ratoeira. Vou ver o mundo. E enquanto papai e mamãe dormiam, fugiu, saindo pelo buraco que era a portinha da sua casa e entrou em uma sala em que o chão brilhava como um espelho. Passou por cima do tapete macio, subiu na mesa e estava com o narizinho erguido, tentando cheirar a s lindas flores do vaso, quando viu na cadeira uma coisa amarela, de olhos verdes. _ Socorro é o gato! – gritou o ratinho, correndo logo. O gato correu atrás dele e quando já ia pegá-lo com suas garras afiadas o ratinho sumiu pelo buraco, entrando em suas casa. _Ufa! Quase ele me pega! Mas não estou com medo tenho pernas fortes e sei correr bastante quando preciso. Ratinho Cinzento não contou nada aos pais sobre o seu passeio. No dia seguinte tornou a fugir. Passeou por toda a casa , olhou pela janela e viu um lindo jardim, olhou para o espelho e achou-se muito bonito, depois subiu no piano que estava aberto. Derrepente escorregou e caiu sobre o teclado, fazendo um barulhão. Assustado pulou para o chão e já ia fugir quando viu dois pés enormes na sua frente. – O homem! Socorro! E gritando saiu em disparada. O homem pegou uma vassoura e splaft! Splaft! atrás do ratinho. Ratinho corria de lá para cá, tentando escapar da vassoura, já estava quase desmaiando de cansado, quando viu a portinha de sua casa e....zás! entrou correndo pelo buraco. _ Que horror! Que bicho mau é aquele homem! Pior que o gato, não vou mais sair de casa!
Mas no dia seguinte não aguentou e foi passear de novo. Assim que saiu sentiu um cheiro delicioso! Que cheiro agradável! Que cheiro bom disse o ratinho. Hummmmm!! De onde será que vem esse cheiro bom? Ratinho Cinzento foi andando de olhos fechados e...pleft! alguma coisa caiu e prendeu seu lindo rabinho.
_Aiii! aiii!, meu rabinho! Quem o prendeu? Abriu os olhos e arregalou-os. Estava preso na ratoeira . Lá dentro estava a coisa gostosa, o queijo!
- Ai!Ai! como vou fazer para sair daqui? _ chorava ele. Puxou , puxou o rabinho, mas o rabinho não soltou, estava bem preso....
_Mamãe!, mamãe! Continuava a chorar ratinho cinzento, venha me ajudar! Mamãe Ratazana ouviu o choro do filhinho e veio correndo.
_Mamãe quero sair daqui e não posso!
_Faça força filhinho, disse dona Ratazana aflita...
_Já fiz mamãe, mas meu rabinho não se solta..e como está doendo.
_Ande Cinzento tente outra vez. Daqui a pouco virá o homem com a terrível vassoura..... Mal mamãe Ratazana falou ouviram: toc...toc...toc... _È o homem! Gritou o ratinho apavorado. E assim gritando puxou o rabinho com tanta força que....zás!!! conseguiu soltar-se. Mas pobre ratinho Cinzento!.... Seu rabinho desprendeu-se do corpo e ficou na ratoeira!
Já não tinha mais rabinho: chorando de dor e de vergonha foi para casa. E soluçando dizia: _A senhora tinha razão mamãe, a senhora tinha razão!!!
Dona Ratazana também chorava, chorava de tristeza.
Ratinho Cinzento nunca mais teve rabinho.
Quando ele cresceu e os ratinhos pequenos perguntavam onde estava seu rabinho, suspirava tristemente e contava a história de seus três passeios.

Comentar com as crianças o que aconteceu com o ratinho por que ele foi teimoso e não obedeceu a mamãe. Devemos sempre lembrar que às vezes, apesar de serem chatas, as regras são necessárias.
Por exemplo, na escola, quando encontramos nossos amigos, queremos conversar...mas e se não prestarmos atenção na aula, não iremos aprender nada e aí no dia da prova....o que faremos?

3) ATIVIDADE
Fazer o ratinho de papel.

31/07/2012

A importância da ação Evangelizadora

Prece inicial:
Primeiro momento: dar as boas-vindas para os evangelizandos, falando sobre a importância da presença deles na Evangelização
Segundo momento: contar a história "A evangelização".
A Evangelização
Era uma vez uma cidade muito bonita, onde havia uma Casa Espírita chamada Seara do Mestre. No final do ano, as crianças que participavam da Evangelização se preparavam para uma festa, que aconteceria no domingo, na casa de dois irmãos, Roberto e Julia. Os irmãos ganhariam esta festa, pois foram os melhores alunos da Evangelização. Eles não faltavam às aulas, eram participativos e, principalmente, respeitavam os coleguinhas, as evangelizadoras, e todos os demais freqüentadores da Casa Espírita. Julia lembrou de um amiguinho, muito querido, mas que não queria participar da Evangelização. Assim, enviou um convite para Alan, no qual escreveu: Convite da Evangelização! Alan, ao ver aquele envelope, logo disse: "- Perderam tempo! Eu não vou para aquela Evangelização." E continuou jogando bola, muito contente, porque podia brincar. Enquanto isso, as crianças se preparavam para a festa. O domingo amanheceu ensolarado, maravilhoso. Que maravilha! Quanta alegria e brincadeira! As crianças que participavam da Evangelização fizeram uma festa linda. Nunca se viu nada igual. No dia seguinte, Roberto encontrou-se com Alan. Perguntou, então, porque ele não havia ido à festa, e logo começou a falar o quanto haviam se divertido. De repente, Alan começou a chorar, dizendo que iria embora daquela cidade, pois ali ninguém gostava dele, nem ao menos o convidaram para a festa. Roberto, surpreso, logo perguntou: - Você não recebeu o convite? Julia enviou para sua casa! Alan então, chorou ainda mais alto porque não abrira o convite, achando que era para ir para as aulas de Evangelização. Então começou a entender o erro que havia cometido ao se afastar de seus amiguinhos. No ano seguinte, Alan foi todo contente para a Evangelização, e percebeu como era importante aprender sobre os ensinamentos de Jesus, sobre a caridade, o amor ao próximo e tantas outras coisas. Desde então, foi um aluno muito aplicado, sempre disposto a colaborar. E qual não foi a surpresa, quando ao final do ano, as crianças da Evangelização prepararam uma linda festa para Alan, pela sua dedicação e participação na Evangelização
Terceiro momento: fazer comentários acerca da história, salientando a importância da Evangelização e de tudo que se aprende nela. Elogiar os evangelizandos por participarem, por estarem dispostos a receber os ensinamentos de Jesus.
Quarto momento: relatar que na Evangelização temos regras, tais como: horário de início e termino das aulas, respeitar os colegas, as evangelizadoras e demais pessoas, cuidar do patrimônio da Casa Espírita. Entregar a ficha de inscrição para ser preenchida.
Quinto momento: salientar a importância das crianças estarem na Evangelização e que aguardamos a todos no próximo encontro.
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